Formas viscerales del dengue
un estudio de revisión
DOI:
https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v20.n55.5845Palabras clave:
dengue, formas viscerales, encefalitis, hepatitis, miocarditisResumen
El dengue, causado por un virus de la familia Flaviviridae, sigue siendo un importante problema de salud pública, con un aumento sustancial de casos en Brasil y en todo el mundo. Si bien la forma clásica es la predominante, las manifestaciones viscerales, como la encefalitis, la hepatitis y la miocarditis, se describen con mayor frecuencia y representan complicaciones potencialmente graves. La encefalitis se asocia al neurotropismo viral y se manifiesta con convulsiones, alteración del nivel de conciencia y déficits neurológicos, mientras que la hepatitis se relaciona con el tropismo por los hepatocitos y las células de Kupffer, lo que provoca elevación de las aminotransferasas y riesgo de insuficiencia hepática aguda. La miocarditis, aunque menos frecuente, puede ocasionar alteraciones electrocardiográficas y disfunción hemodinámica, aumentando la mortalidad. El reconocimiento precoz de estas formas atípicas, junto con un tratamiento de soporte adecuado y un seguimiento riguroso, es fundamental para reducir las complicaciones y mejorar el pronóstico. El estudio en cuestión destaca que, a pesar de los avances, la escasez de información subraya la necesidad de realizar más investigaciones para esclarecer los mecanismos fisiopatológicos, definir los criterios diagnósticos y orientar estrategias terapéuticas eficaces.
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