Perspectivas históricas y técnicas sobre la evolución del papel y la pulpa en la sociedad.
De la Antigüedad a la Época Contemporánea
DOI:
https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v21.n56.5790Palabras clave:
celulosa, papel, pergamino, historiaResumen
La celulosa, una macromolécula presente en las paredes celulares de las plantas, es la base de la producción de papel, un material extremadamente versátil que se puede utilizar en diversos sectores de la sociedad. La historia de la producción de papel comenzó con los chinos, alrededor del año 105 d. C., cuando se registró el primer papel primitivo, que sirvió de base para el papel que conocemos hoy. Los chinos mantuvieron en secreto el proceso de fabricación durante siglos hasta que, mediante invasiones de otros países, China acabó revelando el método de producción de este material. Esto pronto contribuyó a su expansión a diversos países y continentes, acompañada de la mejora del producto. La celulosa fue aislada y caracterizada por Anselmo Payen, lo que permitió el avance de sus aplicaciones en diferentes sectores de la sociedad. Esta revisión presenta el proceso evolutivo del papel y la celulosa a lo largo de diversas culturas, destacando su trayectoria desde un simple soporte de escritura hasta convertirse en un material multifuncional de gran importancia.
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