Resistência à Corrosão de Folhas de Flandres em Solução Tampão Citrato pH 3,6 Produzidas com Diferentes Densidades de Corrente
DOI:
https://doi.org/10.47385/cadunifoa.v11.n32.442Palavras-chave:
Folha de Flandres, Corrosão, MSA.Resumo
Este estudo teve como objetivo avaliar a resistência à corrosão de folhas de flandres (folhas de aço revestidas com estanho) e a morfologia dos revestimentos de estanho eletrodepositados com diferentes densidades de corrente de deposição. Em escala laboratorial, as folhas de flandres com baixo revestimento (0,3 a 0,4 µm – 2,4 a 2,6 g Sn·m-2) foram produzidas com um simulador de uma linha industrial de estanhamento eletrolítico. A faixa de densidade de corrente de deposição aplicada foi de 10 a 60 A·dm-2 em eletrólito a base de ácido metanossulfônico (MSA). A caracterização microestrutural do material produzido no simulador foi feita com o auxílio da técnica de MEV. Os resultados indicaram que densidades de corrente acima de 30 A·dm-2 proporcionam o crescimento de núcleos dendríticos do estanho eletrodepositado. As amostras de folhas de flandres foram submetidas ao ensaio de polarização potenciodinâmica para avaliar a resistência à corrosão em solução tampão citrato pH 3,6 e quantificar o revestimento com solução de NaOH 1,0 M. A variação da densidade de corrente de deposição não implicou em uma variação de resistência à corrosão das folhas de flandres na solução tampão citrato. Os resultados indicaram que o banho eletrolítico a base de MSA apresenta uma ampla faixa de trabalho que não compromete o desempenho de resistência à corrosão das folhas de flandres nas soluções avaliadas.Downloads
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